Amigas

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quinta-feira, 30 de junho de 2011

Prêmio Artesão do Ano

É com imenso prazer e orgulho que convidamos, a todos que visitarem a Mega Artesanal 2011, a votar em nossa querida Walkíria Klimeika que está concorrendo com uma peça maravilhosa ao prêmio Artesão do Ano na categoria Feltro, passe lá no estande do Marcelo Darghan e vote em nossa diretora de Marketing.
confiram as fotos:


Wanda Fornazieri, Walkíria Klimeika, Maria do Socorro e Irene Virgínia em frente ao estade Wal Kits

peça de Walkíria Klimeika que está concorrendo ao prêmio
mais fotos entre nos nossos perfis do orkut e do facebook




O Fuxico da Arte Espera Você!! 
 "Juntas somos mais fortes e iremos muito mais longe!!!!"

sexta-feira, 27 de maio de 2011

5º Prêmio Artesão do Ano será decidido durante a Mega Artesanal

É com imenso prazer que compartilhamos a alegria de nossa Diretora de Marketing Walkíria Klimeika finalista do Prêmio Artesão do Ano na categori feltro estamos torcendo por você!!!
Mais uma vez, a celebração de talentos do artesanato acontecerá durante a maior feira do setor
Maio de 2011 – De 28 de junho a 3 de julho acontece no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, a Mega Artesanal, mais completa feira na área de técnicas para arte e artesanato do país. A Mega, como é carinhosamente chamada, será palco também da eleição do Artesão do Ano, prêmio criado há cinco anos por Marcelo Darghan, um dos maiores incentivadores do artesanato no país. Nessa quinta edição, a votação popular acontecerá justamente durante a feira. Isto é, o 5º Prêmio Artesão do Ano mantem o formato de eleição pelo voto popular e júri especializado mas, dessa vez, não haverá votação pela internet. Para eleger o Artesão do Ano basta ir até o estande 144 e votar.
São 35 candidatos, em 14 categorias: biscuit, bordado, crochê, decupagem, EVA, feltro, fuxico, patchwork, pintura decorativa, pintura em tecido, reciclagem, scrapbooking, tricô e revelação do ano. Os finalistas foram indicados por uma comissão composta por cerca de 400 profissionais e formadores de opinião da área de artesanato. Os votos levaram em conta criatividade, acabamento, atividade no mercado, capacidade de multiplicação, empreendedorismo e iniciativa. Marcelo Darghan ressalta: “o Prêmio Artesão do Ano foi criado com a intenção de agregar valor ao reconhecimento de artesãos como profissionais e estimular a qualidade e a excelência das obras.” Uma vez definidos os finalistas por pessoas especializadas, os vencedores são eleitos por votação popular durante a Mega Artesanal e por uma comissão julgadora formada por representantes da mídia, artistas plásticos, atores, cantores e artesãos.


Confira as categorias e os respectivos finalistas do  5º Prêmio Artesão do Ano:

Artesão do Ano: Fábio Souza, Peter Paiva, Professor Sassá, Rosana Prado, Valéria Soares.
Biscuit: Ângela Rocha, Ana Kuhen, Diego Dutra, Liliane Szankowski, Miriam Veiga.
Bordado: Enedina Barbosa, Leila Jacob, Neide Pillekamp, Rosana Prado, Valéria Soares.
Crochê: Ângela Franco, Carmen Freire, Cíntia Caldas, Cristina Iuriko, Liliam Kimura.
Decupagem: Célia Maida, Cristina Bottallo, Meire Barboza, Ricardo Muraca, Vera Brugin.
EVA: Aline Costa, Andréa Nunes, Carla Campos, Clau Santana, Ivana Lacerda.
Feltro:  Christine Torchia, Priscila Cunha, Silvana Greice, Sonia Parreiras, Walkiria Klimeika.
Fuxico: Ana Paula Andrade, Lauci Cantagesso, Liliana Quintero, Priscila Mendes, Santina Reale.
Patchwork: Gilma Verissimo, Jakie Lobato, Jane Leonetti, Luciana Pumputis, Rosana Prado.
Pintura Decorativa: Cristina Bottallo, Elisabeth Tonin, Fábio Souza, Luiz Poletti, Soraia Leite.
Pintura em Tecido: Fábio Souza, Filó Frigo, Júlia Passerani, Rose Ferreira, Sandra Venturini.
Reciclagem: Andréia Gomes, Cris Guimarães, Paulo Leonardo, Professor Sassá, Rosely Ferraiol.
Revelação: Andréa Malheiros, Carla Moura, Cláudia Wada, Clau Santana, Elaine Arado, Gilma Veríssimo, Helena Fanger, Jacy Silva, Kyria Moura, Márcia Marcão.
Scrapbooking: Carla Moura, Celi Mara Cornette, Hélvio Mendonça, Juliana Mansour, Vlady.
Tricô: Cláudia Maria, Eliete Massi, Márcia Bergantin, Rosângela Chicote, Vitória Quintal.
 Outras informações a respeito do prêmio podem ser vistas no site www.artesaodoano.com.br. E os internautas que quiserem saber mais sobre a Mega Artesanal podem acessar www.megaartesanal.com.br .


O Fuxico da Arte Espera Você!! 
 "Juntas somos mais fortes e iremos muito mais longe!!!!"

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Dez motivos para fazer artesanato



1. Eleva a auto-estima                              
2. Ajuda a relaxar, sair do estresse              
3. Favorece as relações pessoais                 
4. É ótima forma de passar o tempo             
5. Sempre ajuda na hora de presentear alguém 
6. É boa fonte de renda
7. Ajuda a incrementar o orçamento da família
8. É ótimo para começar o próprio negócio
9. Oferece boas margens de lucro
10. É um mercado que só faz crescer



quarta-feira, 13 de abril de 2011

Novas associadas e apoiadora

Na viajem para a 5ª Patchwork Brazil Show tivemos oportunidade de compartilhar experiências e trocar figurinhas com novas associadas Fuxico da Arte Luciene (Costurinhas da Lu) e Bartira (Barraco de Farrapo) e nossa nova apoiadora que já está vestindo a camisa Ivy Larrea (Ivy Larrea Designer de Scrapbooking)
Walkíria Klimeika, Bartira Mourato, Paula Oliveira, Luciene Guedes, Raquel Peralta, Irene Virgínia, Wanda Fornazieri, Carla Pessoa, Ivy Larrea na bagunça do fundão...rs

terça-feira, 12 de abril de 2011

Arte na Vila Madalena

Nesse último sábado dia 09 de Abril estivemos em um evento é incrível Arte da Vila Madalena 2011 " Ateliês Abertos", onde a  gente passa por diversos ateliês, em várias ruas,  cada qual com seu estilo e personalidade. O bairro é cheio de curiosidades, muita música e gente bonita. Valeu a pena http://www.artedavila.com.br/arte_da_vila.html

 Confira algumas fotos de nossa visita:
Walkíria Klimeika 


Carla Pessoa e Raquel Peralta

Walkíria Klimeika
Vitrine do Ateliê Preta Pretinha

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Visita a Flok tecido adesivo na Casa da Arte

Na 5ª Patchwork visitamos as meninas da Flok nossa parceira e doadora de tecidos e sobras para nossas artesãs confeccionarem suas artes, a Flok vai estar com um estande também na Mega Artesanal vale a pena fazer uma visitinha no site deles para conferir os produtos e estampas www.tecidoadesivo.com.br
Diretoria do Fuxico da Arte em visita a Flok no estande da Casa da Arte

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Fuxico da Arte na 5ª Brazil patchwork show!..

Diretoria e associadas do Fuxico da Arte estiveram presentes na 5a Brazil patchwork show organizada pela WR eventos em SP , dentre as novidades e lançamentos conferidos de perto por todas as artesãs, novos contatos e parcerias estão sendo firmadas, mostrando assim a credibilidade do nosso projeto.


Walkíria Klimeika, Wanda Fornazieri, Carla Pessoa, Paula Oliveira e Raquel Peralta 

segue algumas fotos :

Wanda Fornazieir, Paula Oliveira, Walkíria Klimeika, Dotan do Ateliê na TV e Rita da WR, Irene Virgínia e Carla Pessoa 


Ateliê na TV e WR

Fuxico da Arte e Arte Brasil 



Fuxico da Arte e Sabor de Vida


VISITEM NOSSO PERFIL NO ORKUT E FACEBOOK E CONFIRAM TODAS AS FOTOS DO EVENTOS ...AINDA DA TEMPO DE CONFERIR DE PERTINHO A FEIRA IRÁ ATÉ SEXTA-FEIRA..NÃO DEIXEM DE DAR UMA PASSADINHA POR LÁ!..





domingo, 3 de abril de 2011

Dinâmica realizada na reunião

Walkíria Klimeika além de receber carinhosamente nossas convidadas preparou uma dinâmica muito boa e apresentou fazendo um show, fazendo com que muitas se emocionassem segue o texto:


Dinâmica representada por Walkíria Klimeika

 "A Moça Tecelã"
"Acordava ainda no escuro, como se ouvisse o sol chegando atrás das beiradas da noite.  E logo sentava-se ao tear.

          Linha clara, para começar o dia.  Delicado traço cor da luz, que ela ia passando entre os fios estendidos, enquanto lá fora a claridade da manhã desenhava o horizonte.

          Depois lãs mais vivas, quentes lãs iam tecendo hora a hora, em longo tapete que nunca acabava.

          Se era forte demais o sol, e no jardim pendiam as pétalas, a moça colocava na lançadeira grossos fios cinzentos do algodão mais felpudo.  Em breve, na penumbra trazida pelas nuvens, escolhia um fio de prata, que em pontos longos rebordava sobre o tecido.  Leve, a chuva vinha cumprimentá-la à janela.

          Mas se durante muitos dias o vento e o frio brigavam com as folhas e espantavam os pássaros, bastava a moça tecer com seus belos fios dourados, para que o sol voltasse a acalmar a natureza.

          Assim, jogando a lançadeira de um lado para outro e batendo os grandes pentes do tear para frente e para trás, a moça passava os seus dias.

          Nada lhe faltava.  Na hora da fome tecia um lindo peixe, com cuidado de escamas.  E eis que o peixe estava na mesa, pronto para ser comido.  Se sede vinha, suave era a lã cor de leite que entremeava o tapete.  E à noite, depois de lançar seu fio de escuridão, dormia tranqüila.

          Tecer era tudo o que fazia.  Tecer era tudo o que queria fazer.

          Mas tecendo e tecendo, ela própria trouxe o tempo em que se sentiu sozinha, e pela primeira vez pensou em como seria bom ter um marido ao lado.

          Não esperou o dia seguinte.  Com capricho de quem tenta uma coisa nunca conhecida, começou a entremear no tapete as lãs e as cores que lhe dariam companhia. E aos poucos seu desejo foi aparecendo, chapéu emplumado, rosto barbado, corpo aprumado, sapato engraxado.  Estava justamente acabando de entremear o último fio da ponto dos sapatos, quando bateram à porta.

          Nem precisou abrir.  O moço meteu a mão na maçaneta, tirou o chapéu de pluma, e foi entrando em sua vida.

          Aquela noite, deitada no ombro dele, a moça pensou nos lindos filhos que teceria para aumentar ainda mais a sua felicidade.

          E feliz foi, durante algum tempo. Mas se o homem tinha pensado em filhos, logo os esqueceu.  Porque tinha descoberto o poder do tear, em nada mais pensou a não ser nas coisas todas que ele poderia lhe dar.

          — Uma casa melhor é necessária — disse para a mulher.  E parecia justo, agora que eram dois.  Exigiu que escolhesse as mais belas lãs cor de tijolo, fios verdes para os batentes, e pressa para a casa acontecer.

          Mas pronta a casa, já não lhe pareceu suficiente.
     — Para que ter casa, se podemos ter palácio? — perguntou.  Sem querer resposta imediatamente ordenou que fosse de pedra com arremates em prata.

          Dias e dias, semanas e meses trabalhou a moça tecendo tetos e portas, e pátios e escadas, e salas e poços. A neve caía lá fora, e ela não tinha tempo para chamar o sol. A noite chegava, e ela não tinha tempo para arrematar o dia.  Tecia e entristecia, enquanto sem parar batiam os pentes acompanhando o ritmo da lançadeira.

          Afinal o palácio ficou pronto. E entre tantos cômodos, o marido escolheu para ela e seu tear o mais alto quarto da mais alta torre.
          — É para que ninguém saiba do tapete — ele disse. E antes de trancar a porta à chave, advertiu: — Faltam as estrebarias. E não se esqueça dos cavalos!

          Sem descanso tecia a mulher os caprichos do marido, enchendo o palácio de luxos, os cofres de moedas, as salas de criados.  Tecer era tudo o que fazia. Tecer era tudo o que queria fazer.

          E tecendo, ela própria trouxe o tempo em que sua tristeza lhe pareceu maior que o palácio com todos os seus tesouros.  E pela primeira vez pensou em como seria bom estar sozinha de novo.

         Só esperou anoitecer. Levantou-se enquanto o marido dormia sonhando com novas exigências. E descalça, para não fazer barulho, subiu a longa escada da torre, sentou-se ao tear.

          Desta vez não precisou escolher linha nenhuma. Segurou a lançadeira ao contrário, e jogando-a veloz de um lado para o outro, começou a desfazer seu tecido. Desteceu os cavalos, as carruagens, as estrebarias, os jardins.  Depois desteceu os criados e o palácio e todas as maravilhas que continha. E novamente se viu na sua casa pequena e sorriu para o jardim além da janela.

          A noite acabava quando o marido estranhando a cama dura, acordou, e, espantado, olhou em volta. Não teve tempo de se levantar.  Ela já desfazia o desenho escuro dos sapatos, e ele viu seus pés desaparecendo, sumindo as pernas.  Rápido, o nada subiu-lhe pelo corpo, tomou o peito aprumado, o emplumado chapéu.

          Então, como se ouvisse a chegada do sol, a moça escolheu uma linha clara.  E foi passando-a devagar entre os fios, delicado traço de luz, que a manhã repetiu na linha do horizonte."



Texto de Marina Colasanti retirado http://recantodasletras.uol.com.br/resenhasdelivros/1413748

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